Wednesday, September 25, 2024

PREMIO JABUTI 2024

 PREMIO JABUTI 2024 (Co autor de Medicina Ambulatorial - 5a Edição)

https://mail.google.com/mail/u/0/?tab=rm&ogbl#search/artmed/FMfcgzQVzFbDzSPQnNggCGXmgKmCRxfp

Parabéns pelo Prêmio Jabuti 2024!

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Prezados,

Nós da Artmed e Grupo A, gostaríamos de parabenizá-los conquista do Prêmio Jabuti Acadêmico na categoria Livro Clássico Acadêmico de 2024 com a obra Medicina Ambulatorial. Esse reconhecimento é fruto de muito trabalho e dedicação de cada um de vocês. 

Para celebrar essa vitória, preparamos uma arte especial que pode ser compartilhada em suas redes sociais ou com quem vocês acharem interessante. Segue em anexo.

Sintam-se à vontade para usar e divulgar como preferirem.

Parabéns novamente por essa grande conquista!

Um abraço,

Gabriella Bertolli

Analista de Marketing • Publishing

linkedin.com/in/gabriellabertolli
(11)  
91018-5669

São Paulo - SP


Wednesday, September 18, 2024

Our World in Data Set/13/2024


Our World in Data 

sex., 13 de set., 04:33 (há 5 dias)


🆕 OUR RECENT PUBLICATIONS AND UPDATES

Many of us can save a child's life, if we rely on the best data

Giving money to a charity is one of the best things you can do for others. Your donation can make a huge difference.

But whether or not your donation makes a difference greatly depends on where you donate. If you give your money to the least cost-effective charities, it will not do much. If you give it to an exceptionally effective charity, the same amount of money can save someone’s life.

We all feel that some charities are more effective than others, but we tend to underestimate just how large the differences are.

In a new article, Max Roser presents the data on these differences and makes the point that once you know them, the question of where to donate becomes morally crucial.

Read Max's article
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Improving the nutrition of mothers and children could save many lives at a relatively low cost

In 2021, 4.7 million children under the age of five died; 2.4 million of those deaths were attributed to child and maternal malnutrition. That means around half of child deaths were linked to nutritional deficiencies.

When you think about these deaths, you might imagine a very acute form of hunger: a starving child. While this can happen, it’s only a small fraction of the total deaths linked to malnutrition.

In most cases, children don’t die of malnutrition. They die from conditions that are exacerbated or are triggered by it. In most cases, it’s a risk factor for premature death. In the chart, we see how many child deaths are attributed to different nutritional risk factors.

In a new article, Hannah Ritchie explains more about the challenge of malnutrition, the progress we’ve made so far, and why it’s critical to invest in good nutrition for kids and mothers.

Read Hannah's article

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Infant mortality rates have plummeted over the last 50 years. Globally, they’ve fallen by over two-thirds, from around 10% in 1974 to less than 3% today.

recent study — published in The Lancet by Andrew Shattock and an international team of researchers — estimates that increased access to crucial vaccines has reduced infant mortality by 40%.

The chart shows the actual reduction in infant mortality rates with vaccination and the researchers’ estimates for a hypothetical scenario in which vaccines hadn't been rolled out.

Based on these figures, vaccines are estimated to have saved 150 million children over the last 50 years.

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Antipsychotic medications: a timeline of innovations and remaining challenges
How many people are affected by homelessness?

📖 WHAT WE'VE BEEN READING


Growth while reducing carbon emissions

In a previous article, we’d written about countries that have achieved economic growth while reducing their carbon emissions, even if we take offshored production into account.

new paper in Nature Scientific Reports looks at decoupling of growth and carbon emissions globally, up to 2018. It finds that 49 countries have decoupled emissions; 115 haven’t.

– Hannah


Saving lives with clean water

Does clean water treatment actually reduce child mortality by around 25% in low- and middle-income countries?

This finding, originally published in a meta-analysis, was recently evaluated by the UnJournal publication, which provides peer review and replication for published articles.

While they found some issues with the method, the overall results of the study held up. Water treatment is a cheap and effective way to save lives.

– Esteban

Tuesday, September 10, 2024

Memória: Agudo/Finger/Prato de louça

 Memória: Agudo/Finger/Prato de louça


    Tenho lembrança de ter ido na loja do Sr. Finger que ficava a uns 500 m de nossa casa e da Farmácia Popular, na única rua principal da Vila Augudo. Mamãe viu e comprou este prato, ou não sei qual o nome mais adequado. Até hoje consegui guardalo sem quebrar. 

    Não lembro se foi daquela época, mas eu vi uma história, acho que foi na revista Billiken, sobre uma mãe que usava uma tigela dessas, só que menor, para ajudar a cortar o cabelo dos filhos. Inventei que minha mãe comprou a peça com a mesma finalidade, só que ela era maior do que seria de se esperar para ster a mesma finalidade...




Sunday, September 08, 2024

Valderês 1985

 Carta que a Valderês deixou para nossos filhos na última página de um bloco de planejamento da longa viagem, de 06 de junho até 28 de julho de 1985.

Eu tive que sair antes, para atender o Seminário avançado de dez dias que se realizou em Dublin na Irlanda. Depois, encontrei-me com a Valderês em Copenhagen no dia 21, e no dia seguinte, embarcamos para Moscou para participar do primeiro Congresso Mundial de Cardiologia Preventiva. De lá fomos até Oslo na Finlandia e retornamos. 
Temos muitas fotografias desta viagem que pretendo organizar me outro momento.


Friday, September 06, 2024

Smell

 Smell

https://www.nature.com/articles/d41586-024-02833-4














Renato Rego Faillace+

 


Eu não tinha visto o convite para cremação do Renato Faillace. Era um sujeito muito bacana, mas há muitos anos não tinha notícias dele, no mínimo desde que se desfez do Laboratório, e vendeu para os paulistas. Não sei se teve alguma doença crônica...Tem uma historinha de quando Valderês estava grávida, cursando o terceiro ano da Faculdade de Medicina, com aula com ele (era muito bom professor e aulas agradáveis). Aula sobre fator Rh. Depois de explicar o tema, perguntou se alguém queria fazer o teste. Ela se prontificou e ficou constatado que era Rh negativa. Ficou muito assustada e saiu chorando da aula, porque sabia que eu era positivo. Eu, vindo busca-la, encontrei-a aos prantos, mais ou menos na altura onde é hoje a Rádio da Universidade. Levei-a de volta para a Faculdade e ainda o encontrei, então ele deu uma aula adicional, sobre que riscos ela ou o nenê estariam correndo, e o que seria possível fazer para prevenir ou tratar. Não lembro como vocês, nossos filhos se distribuem, mas o fato é que felizmente não tivemos problemas. Sei que ele tinha uma grande coleção de discos com músicas clássicas que tratava com extremo carinho. Que descanse em paz.

Acho que o LE foi Rh negativo, a Ana positivo, e a LH também negativa

3 h 
Faleceu o Professor Renato Rego Failace
Renato foi Professor da Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas e da Faculdade de Medicina da UFRGS e Chefe do Serviço de Hematologia do HCPA.
Lembro-me que o Hospital estava funcionando há pouco tempo quando voltei dos EUA onde me especializei em Imunologia. Fui falar com o Renato que tinha sido meu professor e logo se interessou pela minha bagagem científica com métodos imunológicos que não eram realizados no RS. Em poucos dias já estava trabalhando como contratado e organizando o laboratório de Imunologia do HCPA.
O Serviço de Patologia Clínica do HCPA era um dos melhores laboratórios do país, tendo o Professor Oswaldo Ludwig com seu Diretor. Renato Failace chefiava a Hematologia, João Carlos Prolla a Citologia, Paulo Cauduro a Bacteriologia, Oscar Hoefeld a Bioquímica e eu a Imunologia. João Pedro Marques Pereira dirigia o Banco de Sangue.
Além do HCPA, Failace dedicava-se ao Hospital Ernesto Dornelles onde internava seus pacientes e tinha uma Unidade do Laboratório Failace.
Considero o Renato Failace o melhor hematologista daquela época, sendo que era muito dinâmico e com pensamento rápido. Lembro que examinava cerca de 150 hemogramas por dia, na época que não existia automação. Era no microscópio mesmo! Foi um fantástico clínico e citologista admirável no exame da medula óssea.
Renato faleceu aos 93 anos. Durante a COVID me telefonou, lembrando que poderíamos usar plasma de convalescentes para tratar os doentes graves. E foi o que fizemos imediatamente e salvamos muitos pacientes com a ideia do Failace que deveria estar beirando os 90 anos.
Perdemos um grande médico e amigo.
Prof. Dr. Luiz Fernando Jobim
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